DAS CHUVARADAS




Pois este final de semana foi simplesmente horrível, com frio de renguear cusco e, ainda por cima, uma chuva sem parar, há mais de 3 dias.
Programas de TV desinteressantes, com raras exceções.
Entre elas, gostei da entrevista que Maitê Proença deu para a Marília Gabriela a respeito da maturidade. De repente, ela descobriu que a maturidade tinha algumas peculiaridades muito interessantes, levando-a a escrever um livro sobre o assunto e que se transformou em peça teatral que está fazendo sucesso em São Paulo.
Pelo que ela relatou eu já havia feito várias crônicas abordando o mesmo assunto e verifiquei que tenho pensamentos comuns aos de Maitê.
Descobrimos na maturidade interesses muito mais amplos dos que tivemos antes dela e a busca de novos conhecimentos é incessante.
A Internet, no meu caso, veio a calhar porque pesquiso nela tudo que me chama atenção e, assim, vou acrescentando novos conhecimentos.
Mas, para isto, a pessoa deve estar permeável a algumas mudanças radicais, como exercitar a liberdade de dizer como se não tivéssemos mais necessidade de controlar o que dissermos. De certa forma, é uma atitude que as crianças também têm, então, velhice e infância possuem muitas coisas em comum.
A maturidade pode se tornar engraçada e ofensiva, ao mesmo tempo, porque costuma chocar as pessoas que ainda guardam limites nos pensamentos que possam agredir aos outros. Entretanto, a falta de censura e liberdade de dizer costuma ser recebida como ridicularia pelos outros. Aos idosos, pouco importam o que os outros possam pensar, ele se sente livre para dizer e que o convívio social castrou, obrigando-nos a simular ou mentir sobre o que realmente pensamos.

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