LENYNHA




Lenynha,
Amiga tão distante,
Tão amorosa de seus amigos,
Incansável,
Até os últimos momentos,
A colocar flores
Nas nossas janelas.

Mas um dia partiu,
Como sempre soube que partiria.
Seus olhos azuis adormeceram
Deixando o coração
na Varanda das Estrelícias
e a luz dos azuis em nossos corações.

Lenynha, descansa em paz,
Nas luminescências do nascente ou do poente,
Sejas o Sol que brilhará
Aos que flutuam na
Nuvem da Poesia.

Voltar